“A construção de catedrais medievais é um fenômeno considerável em toda a Europa, conhecendo nas últimas décadas numerosos estudos que procuram esclarecer diferentes aspectos que estão relacionados com a sua edificação, tais como as várias fases da realização dos distintos edifícios e o seu impacto no tecido urbano, mas também, a importância econômica, e tecnológica dos estaleiros, as modalidades de financiamento do trabalho, assim como as suas implicações políticas, institucionais e religiosas, entre outros. Todavia, é igualmente importante ter em conta a interação entre o estaleiro e o meio que caracteriza a região, capaz de fornecer os materiais, mas também a mão-de-obra.”
Fonte: MELO, Arnaldo Sousa e RIBEIRO, Maria do Carmo. História da Construção – Os Materiais. Portugal: CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória»; Paris: LAMOP – Laboratoire de Médiévistique Occidentale de Paris, 2012, p. 155.
Na edificação das catedrais medievais, a mão de obra empregada era, em sua maioria, de:
a) escravos artesãos e artífices franceses
b) citadinos voluntários em forma de mutirão
c) servos rurais em troca de posses fundiárias
d) camponeses que trabalhavam gratuitamente
e) artesãos especializados, livres e remunerados